HIPNOSE CONDICIONATIVA
A Hipnose tem-se vindo cada vez mais a afirmar como um importante instrumento no tratamento de dificuldades e problemas relacionados com a saúde física e mental, restabelecendo o tão importante equilíbrio que todos necessitamos.
Vem resgatar a verdadeira essência da Vida, eliminando as impurezas da mente humana, possibilitando melhor qualidade de vida.
Atualmente existem três linhas científicas de Hipnose mundialmente reconhecidas: a Hipnose Clássica, a Hipnose Ericksoniana e a mais recente delas, a Hipnose Condicionativa.
A Hipnose Condicionativa foi desenvolvida no Brasil na década de 80 pelo Prof. Luiz Carlos Crozera, fundador e diretor do Instituto Brasileiro de Hipnologia, um importante estudioso que há aproximadamente 40 anos se dedica a estudos relacionados à Hipnose Clínica.
Mas, afinal, o que é a Hipnose? Nós somos hipnotizados a todo momento, quando assistimos televisão, em casa, cozinhando ou envolvidos em atividades, caminhando pelas ruas, fazendo compras. Tudo o que passa de maneira despercebida pelo sistema racional, pelo sensor da mente humana pode ser considerado Hipnose. Cerca de 20% de toda a informação que entra em nossa memória chega de forma consciente e 80% de forma subliminar, ou seja, abaixo de nossa percepção consciente. Os registros que vão se formando dentro da memória com as informações captadas pelo sentido ficam dentro de um reservatório de memória, onde ficam nossas memórias conscientes (o que é lembrado) e nossas memórias inconscientes (o que não é lembrado). Clinicamente, a Hipnose é o estado de sono terapêutico, no qual através de uma técnica de relaxamento profundo temos acesso a todas as informações existentes no reservatório mental. Nada se perde para a memória. Do instante que levantamos até o momento de dormir são trilhões de informações auditivas, olfativas, do paladar, da visão, do tato que nós recebemos durante o dia. A mente está sempre alerta.
Na Hipnose Condicionativa são trabalhados os condicionamentos do indivíduo com o meio, tudo o que os sentidos captam. Todo o comportamento humano é condicionado desde o momento do nascimento até o último dia de vida.
Como é feita uma sessão de Hipnose Condicionativa? Primeiro o paciente passa por uma anamnese, ou seja, por uma entrevista, transmitindo ao terapeuta todas as informações necessárias para o tratamento. A partir destas informações o terapeuta organiza toda a estrutura do tratamento. Em sessão, o paciente deita confortavelmente, fechando seus olhos, passando por um relaxamento profundo em que há uma sensação de paz, calma e tranqüilidade. Baixa-se a freqüência mental, fixando-se um nível de sono terapêutico. Inicia-se o tratamento e após, o paciente é retirado do estado de sono terapêutico. Neste momento, é bastante comum os pacientes mencionarem uma agradável sensação de bem-estar e disposição. A média de tempo de uma sessão é de aproximadamente 1h15m dependendo das técnicas utilizadas. Este tempo em que o paciente permanece em sono terapêutico equivale a 8 horas de sono fisiológico, tamanha a profundidade do relaxamento. Vale lembrar que não existe a possibilidade de a pessoa entrar em sono terapêutico ou estado de transe e não sair mais. Durante a sessão de Hipnose Condicionativa, o paciente não fala com o terapeuta. Todo o processo desta forma de Hipnose é interno, no qual o papel do terapeuta é conduzir o paciente ao seu bem estar pleno.
Inúmeras são as indicações, dentre as quais podemos citar algumas das mais utilizadas: Ansiedade, depressão e o pânico, vários distúrbios e transtornos provocados ou acentuados pelo estresse e um desequilíbrio emocional; nos distúrbios psicossomáticos, onde um fundo emocional pode ocasionar gastrite, asma, processos alérgicos, enxaqueca entre outros; no apoio ao tratamento do câncer, da AIDS; nos processos dolorosos, principalmente nas dores crônicas; na cardiologia no controle da hipertensão e outras cardiopatias; na ginecologia, na obstetrícia o parto sem dor com um acompanhamento pré natal com sessões de hipnose.
No preparo de pacientes com indicação cirúrgica, tanto no aspecto emocional como na potencialização da recuperação. Na odontologia como apoio nos tratamentos de pessoas com fobias, traumas; nos problemas relacionados a dores e disfunções da mastigação, bruxismo, dores da ATM; remoção de hábitos de chupar dedos e chupetas, e tratamentos odontológicos em crianças.
Alcoolismo, tabagismo e dependências químicas de forma geral. Sonambulismo, insónia, controle de peso na obesidade, problemas de ordem sexual, preparação de estudantes aos exames e concursos, melhorando o desempenho nos estudos e aprendizado de idiomas, desempenho geral de atletas, medo de dirigir e muitas outras aplicações.
Entendendo um pouco mais…
O que existe na memória da mente humana? É em nossa memória, nos registros mentais que se encontram as causas dos problemas, as causas da depressão, do nível de estresse, dos elevados níveis de ansiedade, onde nascem as fobias, as síndromes, os problemas emocionais, a fé, a sexualidade, o amor, o ódio, o perdão, ciúmes, a inveja… É neste nível mental que a Hipnose atua. A hipnose é uma das terapias mais naturais de tratamento que existe no mundo.
A Hipnose Condicionativa trabalha os registros mentais negativos, ou seja, tudo aquilo que absorvemos em dado momento de nossa vida e que fica instalado na memória de forma negativa. Estes registros podem vir de diversos meios. Um filme que se possa ter assistido na televisão ou no cinema já que nos emocionamos assistindo a um filme, nas novelas, choramos, rimos. A morte de alguém, de um animal de estimação. Tudo o que for de referência negativa para a memória de uma pessoa passa a ser registro mental negativo. Fatores como estes podem gerar traumas e estes traumas podem gerar desequilíbrio emocional.
Através da Hipnose Condicionativa seguimos até os registros mentais negativos causadores ou desencadeadores do problema e o paciente os bloqueia em sua mente sem a necessidade de investigação. O terapeuta orienta o bloqueio do emocional, o bloqueio da causa, o isolamento da sensação negativa. A situação não é esquecida, uma vez que as experiências fazem parte da vida e de nosso processo de aprendizagem, mas passa a ser uma espécie de imagem em preto e branco desvinculada do sentimento negativo que leva ao sofrimento. Uma vez, detectado e bloqueado, são criados novos mecanismos que possam trazer conforto, tranquilidade e segurança.
É somente através da hipnose que é possível chegar a aspectos traumáticos da gestação e do nascimento. Se o paciente tem uma data exata, uma fase da vida onde possa ser encontrada a origem do problema o terapeuta vai diretamente naquele ponto. Se no entanto, o paciente não souber identificar a causa do problema, o período, a fase da vida onde o problema aconteceu não importa, o registro negativo é localizado e bloqueado do mesmo modo, pois é feito um rastreamento de memória. Comparado com o computador é como se fosse feito um scan disk, uma desfragmentação do HD, ou uma verificação com um anti-vírus.
Na Hipnose Condicionativa novos registros podem ser recondicionados através de uma técnica que trabalha apenas o positivo da mente. Uma espécie de reprogramação mental.
A vida passa muito rápido, nossa vida é passagem, e é importante fazer aquilo que gostamos. Você deve se sentir bem com você mesmo, amar as pessoas a sua volta, se sentir amado, respeitado. Às vezes, não conhecemos todas as nossas limitações, elas podem vir do nascimento, da infância, de questões culturais, familiares. Através da Hipnose Condicionativa há uma descoberta interior. Estamos muito acostumados a olhar para fora, o convite é olhar para dentro de nós. Temos que começar a ver através da nossa visão interior… Parar um pouco, analisar e refletir sobre a vida, o que se passa com você, com a sua família, seus hábitos, os seus costumes.
O que você deseja? O que traz a felicidade?
Fonte: Instituto Brasileiro de Hipnologia. Foram extraídos conteúdos das entrevistas fornecidas pelo Prof. Luiz Carlos Crozera. As entrevistas podem ser acompanhadas na íntegra através do site do Instituto Brasileiro de Hipnologia na área Sala de Vídeos.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Controle da Dor X Hipnose
Luiz Carlos Crozera
Podemos interpretar a “dor” como: EMOCIONAL, FÍSICA e PSICOSSOMÁTICA, sendo que as dores emocionais são uma forma de manifestação, onde o indivíduo procura se auto-punir para chamar atenção ou se introverter, derivada de processos que inicia numa carência afetiva seguindo até a depressão (se não houver controle, os indivíduos dotados desse descontrole, poderão desenvolver no seu organismo sérias doenças). As dores físicas são manifestação sensoriais indicando que algo está acontecendo no corpo físico. Finalmente as dores psicossomáticas fazem parte de um processo mental inconsciente, onde o indivíduo toma para si dores involuntárias, de pessoas e até de animais. A “dor” é um sinal de alerta que deve receber especial atenção e interpretação.
O controle da “dor” empregando a Hipnoterapia, tem encontrado grande aplicabilidade, tanto nos processos de dores FISICAS, MENTAIS e PSICOSSOMÁTICAS, está sendo utilizada de maneira crescente em grandes centros de referência de todo o mundo.
Os resultados terapêuticos com o emprego da Hipnoterapia, são conseguidos mediante o emprego de técnica de relaxamento profundo (onde o batimento cardíaco do paciente pode chegar a 21 pôr minuto), e sob o controle do terapeuta, são provocadas induções de analgesia, ocorrendo assim ajustes nos neurotransmissores dos limites de tolerância da “dor” e de fatores que desencadeiam o incômodo no paciente, como: agentes estressores como medo, insegurança, insônia, desordens e transtornos físicos e psíquicos, suprimindo o processo da “dor”, liberando no organismo endorfinas, encefalinas e serotonina, os profissionais hipnólogos clínicos podem dispor de um mecanismo importante no tratamento e controle da "dor", empregando métodos de condicionamentos externos (vide curso avançado). Infelizmente a medicina curativa ainda não aceita tais técnicas devido ao interesse farmacológico.
Com a Hipnoterapia, o indivíduo encontra uma perfeita reeducação e recondicionamento físico e mental, trazendo mais possibilidades às pessoas de um contato maior consigo mesma, e uma abertura para seu plano inconsciente, sendo tratamentos rápidos, eficientes e baratos, sem contra-indicações e efeitos colaterais.
Fonte: www.institutohipnologia.com.br
Obesidade X Hipnoterapia
Luiz Carlos Crozera
OBESIDADE é o excesso de peso corporal, aumento do peso corporal; aumento de gordura, gordura.
Denomina-se obesidade uma enfermidade caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, associada a problemas de saúde, ou seja, que traz prejuízos à saúde do indivíduo.
O DESENVOLVIMENTO DA OBESIDADE...
Nas diversas etapas do seu desenvolvimento, o organismo humano é o resultado de diferentes interações entre o seu patrimônio genético (herdado de seus pais e familiares), o ambiente sócioeconômico, cultural e educativo e o seu ambiente individual e familiar. Assim, uma determinada pessoa apresenta diversas características peculiares que a distinguem, especialmente em sua saúde e nutrição.
A obesidade é o resultado de diversas dessas interações, nas quais chamam a atenção os aspectos genéticos, ambientais e comportamentais. Assim, filhos com ambos os pais obesos apresentam alto risco de obesidade, bem como determinadas mudanças sociais estimulam o aumento de peso em todo um grupo de pessoas. Recentemente, vem se acrescentando uma série de conhecimentos científicos referentes aos diversos mecanismos pêlos quais se ganha peso, demonstrando cada vez mais que essa situação se associa, na maioria das vezes, com diversos fatores.
Independente da importância dessas diversas causas, o ganho de peso está sempre associado a um aumento da ingestão alimentar e a uma redução do gasto energético correspondente a essa ingestão. O aumento da ingestão pode ser decorrente da quantidade de alimentos ingeridos ou de modificações de sua qualidade, resultando numa ingesta calórica total aumentada. O gasto energético, por sua vez, pode estar associado a características genéticas ou ser dependente de uma série de fatores clínicos e endócrinos, incluindo doenças nas quais a obesidade é decorrente de distúrbios hormonais.
COMO UMA PESSOA OBESA SE SENTE?
O excesso de gordura corporal não provoca sinais e sintomas diretos, salvo quando atinge valores extremos. Independente da severidade, o paciente apresenta importantes limitações estéticas, acentuadas pelo padrão atual de beleza, que exige um peso corporal até menor do que o aceitável como normal.
Pacientes obesos apresentam limitações de movimento, tendem a ser contaminados com fungos e outras infecções de pele em suas dobras de gordura, com diversas complicações, podendo ser algumas vezes graves. Além disso, sobrecarregam sua coluna e membros inferiores, apresentando a longo prazo degenerações (artroses) de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos, além de doença varicosa superficial e profunda (varizes) com úlceras de repetição e erisipela.
A obesidade é fator de risco para uma série de doenças ou distúrbios que podem ser:
DOENÇAS....................................DISTÚRBIOS
Hipertensão arterial.....................Distúrbios lipídicos
Doenças cardiovasculares............Hipercolesterolemia
Doenças cérebro-vasculares........Diminuição do Colesterol Bom
Diabetes Mellitus tipo II...............Aumento da insulina
Câncer.........................................Intolerância à glicose
Osteoartrite.................................Distúrbios menstruais e Infertilidade
Coledocolitíase.............................Apnéia do sono
Assim, pacientes obesos apresentam severo risco para uma série de doenças e distúrbios, o que faz com que tenham uma diminuição muito importante da sua expectativa de vida, principalmente quando são portadores de obesidade mórbida .
COMO SE TRATA A OBESIDADE?
O tratamento da obesidade envolve necessariamente a reeducação alimentar, o aumento da atividade física e, eventualmente, o uso de algumas medicações auxiliares.
Dependendo da situação de cada paciente, pode estar indicado o tratamento comportamental envolvendo o psiquiatra, psicólogo ou hipnoterapeuta. Nos casos de obesidade secundária a outras doenças, o tratamento deve inicialmente ser dirigido para a causa do distúrbio.
A hipnoterapia tem sido muito aceita no tratamento da obesidade, devido a sua rápida atuação no recondicionamento mental do obeso, atuando especialmente junto a compulsividade por alimentos, auto-estima, reeducação dos hábitos alimentares, estímulos para atividades físicas, entre outras. Se detectado que a obesidade possui fundo emocional é possível bloquear ou inibir os fatores traumáticos em poucas sessões.
A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR
Independente do tratamento proposto, a reeducação alimentar é fundamental, uma vez que, através dela, reduziremos a ingesta calórica total e o ganho calórico decorrente. Esse procedimento pode necessitar de suporte emocional ou social, através de tratamentos específicos (psicoterapia individual, em grupo ou familiar). Nessa situação, são amplamente conhecidos grupos de reforço emocional que auxiliam as pessoas na perda de peso. A HIPNOTERAPIA tem um papel importante na reeducação alimentar, reduzindo a ansiedade do paciente, trabalhando sua compulsividade, auto-estima e força de vontade, condicionando horários de alimentação, motivação e auto-controle, bloqueios emocionais (no caso de pacientes com sintomas psicopatológicos). Os pacientes tratados pela HIPNOTERAPIA não se sentem sacrificados durante o tratamento.
Independente desse suporte, porém, a orientação dietética é fundamental.
Dentre as diversas formas de orientação dietética, a mais aceita cientificamente é a dieta hipocalórica balanceada, na qual o paciente receberá uma dieta calculada com quantidades calóricas dependentes de sua atividade física, sendo os alimentos distribuídos em 5 a 6 refeições por dia, com aproximadamente 50 a 60% de carboidratos, 25 a 30% de gorduras e 15 a 20% de proteínas.
Não são recomendadas dietas muito restritas (com menos de 800 calorias, por exemplo), uma vez que essas apresentam riscos metabólicos graves, como alterações metabólicas, acidose e arritmias cardíacas.
Dietas somente com alguns alimentos (dieta do abacaxi, por exemplo) ou somente com líquidos (dieta da água) também não são recomendadas, por apresentarem vários problemas. Dietas com excesso de gordura e proteína também são bastante discutíveis, uma vez que pioram as alterações de gordura do paciente além de aumentarem a deposição de gordura no fígado e outros órgãos.
A IMPORTÂNCIA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS.
É importante considerar que atividade física é qualquer movimento corporal produzido por músculos esqueléticos que resulta em gasto energético e que exercício é uma atividade física planejada e estruturada com o propósito de melhorar ou manter o condicionamento físico.
O exercício apresenta uma série de benefícios para o paciente obeso, melhorando o rendimento do tratamento com dieta.
Uma dieta saudável deve ser sempre incentivada já na infância, evitando-se que crianças apresentem peso acima do normal. A dieta deve estar incluída em princípios gerais de vida saudável, na qual se incluem a atividade física, o lazer, os relacionamentos afetivos adequados e uma estrutura familiar organizada. No paciente que apresentava obesidade e obteve sucesso na perda de peso, o tratamento de manutenção deve incluir a permanência da atividade física e de uma alimentação saudável a longo prazo. Esses aspectos somente serão alcançados se estiverem acompanhados de uma mudança geral no estilo de vida do paciente.
Normalmente é muito raro um tratamento de obesidade acompanhado de uma supervisão psicológica, que é fundamental em pessoas portadoras de obesidade mórbida ou com tendências.
Está evidente que todo tipo de dieta alimentar apenas surtirá efeitos temporários nos portadores de problemas emocionais não resolvidos, sendo que num momento de estressamento, ansiedade ou depressão - o paciente utiliza, como fuga ou muleta - o alimento !, então todo sacrifício com as dietas é em vão !, em pouco tempo a pessoa volta a ganhar peso.
Aqui fica um alerta para os obesos que possuem problemas emocionais de qualquer espécie !
- Procure um acompanhamento psicoterapeutico, antes ou durante qualquer tratamento médico. Resolva a causa emocional que lhe motiva a compulsividade alimentar. Os tratamentos psicoterapeuticos onde utiliza-se a hipnoterapia - são aconselhados, sendo o caminho mais rápido para bloquear qualquer distúrbio emocional, seja ele qual for, antes porem, procure um hipnólogo capacitado.
Se você se sente com excesso de peso, faz sempre dietas, e está constantemente no efeito “sanfona”, ou seja, volta a ganhar peso rapidamente - procure ajuda psicoterapeutica
Fonte: www.institutohipnologia.com.br
|
|
|
|
TABAGISMO X HIPNOSE CONDICIONATIVA
Prof. Luiz C. Crozera
O fumante, quando procura tratamento pela hipnoterapia,
deve apenas “QUERER” efetivamente parar de fumar. Existe no mercado
alguns produtos que prometem verdadeiros milagres, assim como inúmeras
campanhas contra o tabagismo.
Dentro do grupo de pessoas que fazem uso do cigarro, podemos encontrar:
1) Fumantes eventuais
- São aqueles que possuem tendências a serem portadores do “vício”, nunca compraram uma carteira de cigarros, “filam” apenas ou compartilham o mesmo cigarro com outras pessoas. O cigarro ainda não faz parte efetiva da sua vida.
2) Fumantes de Terceiro Grau- São aqueles que compram seus cigarros, uma mesma carteira serve para vários dias, acabando, não entram no processo de ansiedade para comprar outra. Ainda não condicionaram o ato de fumar com alguma atividade diária. Simplesmente fumam para relaxar. Nesses casos, as pessoas ainda conseguem parar por conta própria, quando quiserem, mas podem retornar ao uso do cigarro.
3) Fumantes de Segundo Grau- São aqueles que possuem certa dependência, compram suas carteiras, quando uma carteira estiver no final, correm comprar outra, evitando ficar sem cigarro. Nesse estágio, a pessoa ficou condiciona fumar: antes, durante ou depois de uma atividade diária (fumar depois das refeição, depois de um cafezinho, antes de dormir, ao dirigir um veículo, conversando com alguém, etc.). Quando estiver sem o cigarro, entra em um leve processo de ansiedade, mas controlado. Nesses casos, as pessoas, para deixarem de fumar definitivamente já encontram certas resistências, ainda conseguem parar com muita força de vontade, possuindo tendências para voltar fumar novamente.
4) Fumantes de Primeiro Grau- São aqueles cuja dependência é total, um maço de cigarro não é mais suficiente durante o dia, sempre estará com uma carteira de reserva, seu estado psicológico fica alterado quando está sem cigarro, pode se tornar nervoso, até agressivo, entra em processo de mau humor, pode ter hiperidrose (transpiração excessiva), tremores, palpitações cardíacas, insônia, falta de ar. É compulsivo, fuma sem perceber, ascende um cigarro no outro, precisa do cigarro para estimular sua digestão e até mesmo estimular suas necessidades fisiológicas, acorda, as vezes, a noite para fumar. Normalmente mascara sua ansiedade diária com o ato de fumar, diz que é relaxante e prazeroso (claro que é um disfarce psicológico, uma fuga). O fumante, nesses casos, sabe que está consumindo cigarro em exagero, gostaria de largar sua dependência, infelizmente não conseguem sozinho, possui receio de sofrer, entrar em abstinência, naturalmente, precisará de tratamento.
COMO AS PESSOAS SE TORNAM VICIADAS
- Quando temos deficiência de higiene mental no ambiente familiar, onde as pessoas da casa (pai, mãe, avós, tios, irmãos) são usuários do cigarro, estes, inconscientemente, servem como estímulo para crianças serem fumantes. A probabilidade, de uma criança tornar-se fumante, quando se tem exemplo dentro de casa, é na ordem de 70%. Um fumante ao ascender um cigarro próximo de uma criança, chamará sua atenção, sensação de prazer emanada do fumante contagiará a criança, quase que transferindo o desejo da experimentar o cigarro.
Dentro do grupo de pessoas que fazem uso do cigarro, podemos encontrar:
1) Fumantes eventuais
- São aqueles que possuem tendências a serem portadores do “vício”, nunca compraram uma carteira de cigarros, “filam” apenas ou compartilham o mesmo cigarro com outras pessoas. O cigarro ainda não faz parte efetiva da sua vida.
2) Fumantes de Terceiro Grau- São aqueles que compram seus cigarros, uma mesma carteira serve para vários dias, acabando, não entram no processo de ansiedade para comprar outra. Ainda não condicionaram o ato de fumar com alguma atividade diária. Simplesmente fumam para relaxar. Nesses casos, as pessoas ainda conseguem parar por conta própria, quando quiserem, mas podem retornar ao uso do cigarro.
3) Fumantes de Segundo Grau- São aqueles que possuem certa dependência, compram suas carteiras, quando uma carteira estiver no final, correm comprar outra, evitando ficar sem cigarro. Nesse estágio, a pessoa ficou condiciona fumar: antes, durante ou depois de uma atividade diária (fumar depois das refeição, depois de um cafezinho, antes de dormir, ao dirigir um veículo, conversando com alguém, etc.). Quando estiver sem o cigarro, entra em um leve processo de ansiedade, mas controlado. Nesses casos, as pessoas, para deixarem de fumar definitivamente já encontram certas resistências, ainda conseguem parar com muita força de vontade, possuindo tendências para voltar fumar novamente.
4) Fumantes de Primeiro Grau- São aqueles cuja dependência é total, um maço de cigarro não é mais suficiente durante o dia, sempre estará com uma carteira de reserva, seu estado psicológico fica alterado quando está sem cigarro, pode se tornar nervoso, até agressivo, entra em processo de mau humor, pode ter hiperidrose (transpiração excessiva), tremores, palpitações cardíacas, insônia, falta de ar. É compulsivo, fuma sem perceber, ascende um cigarro no outro, precisa do cigarro para estimular sua digestão e até mesmo estimular suas necessidades fisiológicas, acorda, as vezes, a noite para fumar. Normalmente mascara sua ansiedade diária com o ato de fumar, diz que é relaxante e prazeroso (claro que é um disfarce psicológico, uma fuga). O fumante, nesses casos, sabe que está consumindo cigarro em exagero, gostaria de largar sua dependência, infelizmente não conseguem sozinho, possui receio de sofrer, entrar em abstinência, naturalmente, precisará de tratamento.
COMO AS PESSOAS SE TORNAM VICIADAS
- Quando temos deficiência de higiene mental no ambiente familiar, onde as pessoas da casa (pai, mãe, avós, tios, irmãos) são usuários do cigarro, estes, inconscientemente, servem como estímulo para crianças serem fumantes. A probabilidade, de uma criança tornar-se fumante, quando se tem exemplo dentro de casa, é na ordem de 70%. Um fumante ao ascender um cigarro próximo de uma criança, chamará sua atenção, sensação de prazer emanada do fumante contagiará a criança, quase que transferindo o desejo da experimentar o cigarro.
Toda
criança possui o senso de observação aguçado, então elas se perguntam:
como aquela coisa de cheiro desagradável pode fazer uma pessoa ficar tão
contente, calma?. Como ela consegue soltar a fumaça pelo nariz ?, acho
que faz bem, deve ser gostoso, quero provar ! (essas, na verdade, são as
perguntas e indagações feitas por uma criança, para si própria). O ato
de fumar próximo de crianças, na fase da formação psicológica (até os 6
anos), é uma condição para que elas se tornem fumantes, jamais devemos
esquecer que somos psicossomatizadores. Quando um adulto pede para uma
criança comprar cigarros, satisfazendo seu vício,
indiretamente contribui, para que um dia essa criança venha fumar.
- Jovens, na fase da infância e adolescência, mesmo que tenham uma boa higiene mental, e começam fumar, deve-se ao companheirismo, amigos próximos fumam, é como um contágio mental. Inicialmente, os jovens fumam para se exibir ou para se auto afirmarem que já agem como adulto. Se não tiverem uma orientação adequada, fatalmente mergulharão no vício. O diálogo pai-filho é a melhor forma para coibir o uso do fumo, as escolas devem também suas responsabilidades.
- Abalos emocionais podem levar uma pessoa fumar, mesmo possuindo boa higiene mental. Podemos citar: separação de pais, brigas entre pais e filho, rompimento de namoro, morte de alguma pessoa querida, ociosidade, desemprego por longo período, preparação para um vestibular ou concurso, estados de ansiedade elevada, estresse e depressão, dentre outros fatores. Nesses casos a pessoa utiliza o cigarro como “fuga” dos problemas e, acabam se viciando, ocorrem com mais freqüência se em fumantes eventuais.
COMENTÁRIO:
Durante algumas décadas, principalmente com a expansão da televisão, os fabricantes de cigarros eram os maiores investidores em publicidade, o governo um grande arrecadador de impostos, propagandas bem produzidas “induziam” a população consumir cigarros, encontrava-se cinzeiros por toda parte, motivando e induzindo toda uma população consumir cigarros. Problemas de saúde foram aparecendo, obrigando o governo investir muito dinheiro em saúde pública.
Hoje, campanhas milionárias contra o tabagismo tentam apagar o erro da liberalidade publicitária e, a ganância por impostos. Quando essa contabilidade for fechada, o balanço for feito, teremos números assustadores.
No Brasil, infelizmente, a falta de conhecimento científico e, inexperiência de algumas pessoas para fazer Leis, assim como campanhas publicitárias, continuará ceifando, lentamente, vidas humanas. Tomemos como base os encartes gráficos estampados atualmente nas carteiras de cigarros (Brasil), como se não bastasse “FUMAR É PREJUDICIAL À SAÚDE”, "FUMAR MATA", induzem as pessoas “somatizarem” os problemas de saúde, com as imagens estampadas nos maços de cigarro (mensagens subliminares). Essa medida inconseqüente, está aumentando consideravelmente o numero de casos psicossomáticos, como: falta de ar, gestações problemáticas e abortivas, câncer, impotência sexual, etc. Como exemplo: um fumante, observa, consciente e inconscientemente, pelo menos 20 vezes por dia a frase “FUMAR CAUSA IMPOTÊNCIA SEXUAL”, repetidamente ao longo dos dias, meses e anos. A probabilidade da propaganda indutiva aumentar a quantidade de pessoas impotente sexualmente é muito maior, ao contrário do que a campanha tenta atingir, assim ocorre com os outros tipos de "mensagens subliminares" originadas dos maços de cigarro, no Brasil. O governo brasileiro, mais uma vez está pecando pelas irresponsabilidades e negligências. O Ministério da Saúde deve fazer um levantamento estatístico das doenças relacionadas nos maços de cigarro e compara-las com os anos anteriores (antes de vigorar a Lei, obrigando esse tipo de veiculação publicitária), lamentavelmente será constatado um crescimento assustador dessas doenças depois de vigorar a Lei, quem perde não é apenas a população, ficando mais doente, o Governo também perde, pois o volume dos investimentos em saúde pública tendem somente aumentar.
Um outro levantamento que deve ser feito: Os fabricantes de cigarro diminuíram a produção ?, os encartes publicitários indutivos fizeram as pessoas pararem de fumar ?
A “Mente Humana”, desde o nascimento, é “condicionada” e “induzida”, tudo depende de uma perfeita higiene mental (familiar, social e no ambiente de trabalho), quanto melhor for a higiene mental, menores são os riscos da população adoecer. Somos psicossomatizadores !.
- Jovens, na fase da infância e adolescência, mesmo que tenham uma boa higiene mental, e começam fumar, deve-se ao companheirismo, amigos próximos fumam, é como um contágio mental. Inicialmente, os jovens fumam para se exibir ou para se auto afirmarem que já agem como adulto. Se não tiverem uma orientação adequada, fatalmente mergulharão no vício. O diálogo pai-filho é a melhor forma para coibir o uso do fumo, as escolas devem também suas responsabilidades.
- Abalos emocionais podem levar uma pessoa fumar, mesmo possuindo boa higiene mental. Podemos citar: separação de pais, brigas entre pais e filho, rompimento de namoro, morte de alguma pessoa querida, ociosidade, desemprego por longo período, preparação para um vestibular ou concurso, estados de ansiedade elevada, estresse e depressão, dentre outros fatores. Nesses casos a pessoa utiliza o cigarro como “fuga” dos problemas e, acabam se viciando, ocorrem com mais freqüência se em fumantes eventuais.
COMENTÁRIO:
Durante algumas décadas, principalmente com a expansão da televisão, os fabricantes de cigarros eram os maiores investidores em publicidade, o governo um grande arrecadador de impostos, propagandas bem produzidas “induziam” a população consumir cigarros, encontrava-se cinzeiros por toda parte, motivando e induzindo toda uma população consumir cigarros. Problemas de saúde foram aparecendo, obrigando o governo investir muito dinheiro em saúde pública.
Hoje, campanhas milionárias contra o tabagismo tentam apagar o erro da liberalidade publicitária e, a ganância por impostos. Quando essa contabilidade for fechada, o balanço for feito, teremos números assustadores.
No Brasil, infelizmente, a falta de conhecimento científico e, inexperiência de algumas pessoas para fazer Leis, assim como campanhas publicitárias, continuará ceifando, lentamente, vidas humanas. Tomemos como base os encartes gráficos estampados atualmente nas carteiras de cigarros (Brasil), como se não bastasse “FUMAR É PREJUDICIAL À SAÚDE”, "FUMAR MATA", induzem as pessoas “somatizarem” os problemas de saúde, com as imagens estampadas nos maços de cigarro (mensagens subliminares). Essa medida inconseqüente, está aumentando consideravelmente o numero de casos psicossomáticos, como: falta de ar, gestações problemáticas e abortivas, câncer, impotência sexual, etc. Como exemplo: um fumante, observa, consciente e inconscientemente, pelo menos 20 vezes por dia a frase “FUMAR CAUSA IMPOTÊNCIA SEXUAL”, repetidamente ao longo dos dias, meses e anos. A probabilidade da propaganda indutiva aumentar a quantidade de pessoas impotente sexualmente é muito maior, ao contrário do que a campanha tenta atingir, assim ocorre com os outros tipos de "mensagens subliminares" originadas dos maços de cigarro, no Brasil. O governo brasileiro, mais uma vez está pecando pelas irresponsabilidades e negligências. O Ministério da Saúde deve fazer um levantamento estatístico das doenças relacionadas nos maços de cigarro e compara-las com os anos anteriores (antes de vigorar a Lei, obrigando esse tipo de veiculação publicitária), lamentavelmente será constatado um crescimento assustador dessas doenças depois de vigorar a Lei, quem perde não é apenas a população, ficando mais doente, o Governo também perde, pois o volume dos investimentos em saúde pública tendem somente aumentar.
Um outro levantamento que deve ser feito: Os fabricantes de cigarro diminuíram a produção ?, os encartes publicitários indutivos fizeram as pessoas pararem de fumar ?
A “Mente Humana”, desde o nascimento, é “condicionada” e “induzida”, tudo depende de uma perfeita higiene mental (familiar, social e no ambiente de trabalho), quanto melhor for a higiene mental, menores são os riscos da população adoecer. Somos psicossomatizadores !.
O Governo tem sua parcela de responsabilidade, deveria se preocupar colocando em prática projetos educacionais e assistências, votados à higiene mental, investindo muitíssimo menos, com resultados satisfatórios a curto prazo, preparando as futuras gerações de cidadãos mentalmente saudáveis.
A HIPNOTERAPIA, com as modernas técnicas de Condicionamento Mental, é sem dúvida, a solução mais rápida para quem deseja parar de fumar, sem contra-indicações, de forma natural e breve, sem abstinência, para que esse tipo de tratamento funcione, o fumante deverá "querer" ficar livre da vontade de fumar. Para consultar a lista dos hipnoterapeutas no Brasil e Portugal, entre em www.institutohipnologia.com.br ou http://sites.google.com/site/hipnocondicionativa (Grupo Hipnose Clínica mantido pelo Instituto Brasileiro de Hipnologia)
Fonte: Instituto Brasileiro de Hipnologia - www.institutohipnologia.com.br
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Hipnose Condicionativa
A Hipnose Condicionativa constitui
uma nova abordagem terapêutica com eficácia em diversos problemas
psicológicos e psicossomáticos, funcionando como uma ferramenta de
desenvolvimento pessoal e autoconhecimento extremamente útil para
alterar comportamentos e crenças desajustados, encontrar novos caminhos e
soluções e lidar com problemas de forma positiva.
Assinar:
Postagens (Atom)
